O que fazer?
Antes de tudo saiba que desde 2004, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão que fiscaliza as operações de seguro, determinou que todos os planos básicos – com cobertura contra colisão, incêndio e roubo – se responsabilizem também por submersão total ou parcial do veículo em água doce, inclusive se ele estiver
guardado no subsolo, explica Maurício Galian, da Federação Nacional de Seguros Gerais, que somente a cobertura total garante a cobertura de alagamento e enchente.
“Quando a água fica abaixo do painel, às vezes é passível de recuperação, mas quando o motor é afetado, se aproxima de uma perda total, quando o prejuízo supera 75% do valor segurado”, explica Marcelo Sebastião, diretor do produto auto da Porto Seguro. Ter o carro assegurado garante que uma enchente não seja um grande prejuízo para o proprietário do automóvel, desde que o proprietário do automóvel não tente passar em local que é impossível de passar, ou seja, se viu ponto de alagamento nem tente passar.
Algumas seguradoras, também indenizam quando o cheiro no carro fica insuportável. Porém, este benefício só é pago quando a apólice é integral.
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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Carros e Enchentes, virou rotina
Ao se deparar com chuva fina ou uma pancada, deve-se diminuir a velocidade, acender o farol, ligar o limpador de pára-brisa, o desembaçador e manter a distância de pelo menos dois carros em relação ao automóvel à sua frente.
Ao se deparar com uma grande quantidade de água na estrada, preste atenção pois pode dar calço hidráulico no motor, ou seja, ocorre quando a água entra na área de compressão do motor e danifica os pistões, podendo fundir o motor e "salgar" o prejuízo. O aconselhado aos motoristas é nunca tentarem religar o carro caso ele morra no meio da enchente.
- Procure lugares onde as lâminas d’água estejam mais baixas e mantenha uma distância de aproximadamente cinco metros dos carros da frente e dos lados, evitando assim que as ondas provocadas pelos outros veículos atinjam o seu.
- Tenha certeza de que o nível da água não ultrapassou a metade da roda do seu carro e, se tiver que fazer curvas, esterce o volante o menos possível.
- Mantenha uma velocidade baixa e constante e o motor em primeira marcha, em cerca de 2.500 rpm. A velocidade baixa vai ajudar a não formar mais ondas, enquanto a rotação mais alta vai soprar ar do escape, impedindo que a água entre por ali.
- Frear o carro no meio de uma enchente pode não ser uma boa idéia: o próprio movimento da água fará com que ela volte contra o veículo e entre pelo escapamento, aí é calço hidráulico na certa.
Assim ainda dá de passar:

Assim nem tente chegar perto:
Ao se deparar com uma grande quantidade de água na estrada, preste atenção pois pode dar calço hidráulico no motor, ou seja, ocorre quando a água entra na área de compressão do motor e danifica os pistões, podendo fundir o motor e "salgar" o prejuízo. O aconselhado aos motoristas é nunca tentarem religar o carro caso ele morra no meio da enchente.
- Procure lugares onde as lâminas d’água estejam mais baixas e mantenha uma distância de aproximadamente cinco metros dos carros da frente e dos lados, evitando assim que as ondas provocadas pelos outros veículos atinjam o seu.
- Tenha certeza de que o nível da água não ultrapassou a metade da roda do seu carro e, se tiver que fazer curvas, esterce o volante o menos possível.
- Mantenha uma velocidade baixa e constante e o motor em primeira marcha, em cerca de 2.500 rpm. A velocidade baixa vai ajudar a não formar mais ondas, enquanto a rotação mais alta vai soprar ar do escape, impedindo que a água entre por ali.
- Frear o carro no meio de uma enchente pode não ser uma boa idéia: o próprio movimento da água fará com que ela volte contra o veículo e entre pelo escapamento, aí é calço hidráulico na certa.
Assim ainda dá de passar:

Assim nem tente chegar perto:
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